sexta-feira, 9 de julho de 2010

Karla e o computador

















Nuca ti vi, mais sempre te vejo
E sempre que a vejo
É sempre o mesmo manejo de palavras
“Tudo bem como vai, de onde tu és?”
No complemento nem mais um viés
Até que um dia o moço computador
Resolveu do coração de Karla ser doutor
O computador criou vida
Quando olhos assim também criou
E resolveu fazer da Karla
Não mais um espectador
Olhou e viu
A maneira que a doce menina sorriu
Ele passou a chamar-lhe de pequena
Às vezes de anja
Por ela ser assim tão serena
De todas as formas se dizia
A menina que por de tão longe não se via
Passou a ouvir o computador
Pois até então não percebia
Que quem não existia
Era o narrador
Que só conhecia por fotografia
A menina
A melhor amiga do computador.

Weskley jakson
06/07/2010

Imagens: pesquisa Google.

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